BALONISMOSem categoria

Você sabe quais são as principais provas aplicadas em um Campeonato de Balonismo?

– Alvo declarado pelo juiz: Na hora da prova, consideram-se os ventos que prevalecem na área. O juiz indica os alvos que devem ser atingidos. O piloto joga um saquinho com uma fita colorida e um número indicativo do balão, o mais próximo possível do alvo. Quem se aproximar mais, ganha mais pontos. 
– Alvo declarado pelo piloto: Antes da decolagem, o piloto indica ao juiz os alvos que pretende atingir. Aquele que se aproximar mais, recebe mais pontos.

– Fly in (Fly on): Os competidores decolam do mesmo ponto. No Fly in, cada balonista escolhe o seu ponto de decolagem, rumando depois para um local central, onde estão os juizes e o alvo a ser atingido. No Fly on, o balonista segue depois para atingir um segundo alvo.

– Máxima distância: Cada piloto só pode lançar sua marca após um determinado período de vôo. Ganha mais pontos o balonista que lançar sua marca mais distante do local de decolagem. Esta tarefa é realizada em dias de ventos fortes.

– Mínima distância: O balonista só pode lançar sua marca após determinado período de vôo. Ganha mais pontos aquele que tiver percorrido a menor distância. Normalmente, realiza-se esta tarefa em dias de vento fraco.

– Valsa da hesitação: O piloto recebe a incumbência de atingir um entre dois alvos. Após a decolagem, ele escolhe o alvo em função dos ventos.

– Valsa da hesitação dupla: O piloto decola e lança sua marca no alvo escolhido por ele. A pontuação é dada depois de medida as distâncias entre o ponto de queda da marca e o alvo mais próximo. Uma segunda marca é lançada depois e é feita uma medição idêntica em relação a outro alvo.

– Caça à raposa: Um balão é escolhido para ser a “raposa”, e decola antes dos concorrentes. Passado certo prazo de tempo, o juiz autoriza a decolagem dos demais, que devem persegui-lo. O balão raposa faz o possível para dificultar a perseguição. Ganha a prova o balonista perseguidor que pousar mais perto dele ou lançar sua marca mais próxima. Porém, esta tarefa não conta pontos em campeonatos.

– Cotovelo: O competidor decola, voa para um alvo, atinge-o com a marca e depois, desviando o rumo, voa para um segundo alvo e joga outra marca. Ganha mais pontos o balonista que, nessa mudança de rumo, fizer um ângulo mais apertado.

– Vôo da chave: Coloca-se uma sacola com as chaves de um veículo sobre o ponto mais alto de um poste. Cada balonista, passando próximo ao poste, tem uma única oportunidade para pegar a maleta e ganhar a chave do carro oferecido como prêmio. Esta tarefa também não conta pontos em campeonatos.

– Múltiplos alvos determinados: O juiz seleciona dois ou mais alvos, distantes de dois a cinco quilômetros do lugar da decolagem. Os pilotos decolam e tentam manobrar os balões para que eles cheguem o mais próximo possível dos alvos, quando então deixam cair uma marca para identificação. A marca mais próxima ao centro vai determinar o vencedor.

– Prova de navegação convergente: Os competidores localizam uma área de dois a cinco quilômetros fora do local da decolagem, inflam seus balões e tentam pegar o melhor vento, para chegar ao alvo colocado no centro da área escolhida. A marca mais próxima ao centro do alvo determina o vencedor.

 

FONTE: Balonista.net 
Por Cmte. Miguel Leiva
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