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NAAA lança nova pesquisa para dimensionar a aviação agrícola nos EUA

A Associação Nacional de Aviação Agrícola dos Estados Unidos (NAAA, na sigla em inglês) iniciou neste mês uma pesquisa sobre a atual realidade do setor aeroagrícola norte-americano. A pesquisa foi feita pela última vez em 2012 e a ideia é atualizar os dados sobre a atuação, importância e grau de profissionalismo dos pilotos e empresários. O questionário enviado a associados e não-sócios da NAAA abrange questões como áreas e culturas tratadas, número de aeronaves, técnicas de mitigação de deriva, presença de turbinas eólicas, torres ou linhas de alta tensão na área de atuação de cada profissional e equipamentos utilizados no avião, entre outras questões. As estatísticas gerais são divulgadas, mas as respostas individuais serão mantidas em sigilo.
Além de ter um raio-X atualizado do setor e poder planejar melhor as ações internas, de segurança e até de acompanhamento de projetos legislativos, as informações servem também para combater a superestimação de risco por parte de agências federais, como a Agência de Proteção Ambiental (EPA) – que, por exemplo, graças ao último levantamento aceitou definitivamente que todos as aeronaves agrícolas nos EUA são equipadas com DGPS.
Além disso, as agências governamentais costumam levar a sério as informações da NAAA. A tal ponto que graças ao programa de segurança operacional da entidade o setor aeroagrícola norte-americano não foi suspenso de voar por um longo período depois dos atentados de 11 de setembro de 2001.
BRASIL
Por aqui, o Sindag também enviou recentemente um questionário aos operadores aeroagrícolas, para conseguir estatísticas mais abrangentes e atuais sobre a aviação agrícola brasileira. Também para conseguir planejar de maneira mais precisa as ações de apoio ao setor e ter dados para atestar a importância, potencial e segurança do setor. O trabalho ocorre paralelamente aos levantamentos do consultor e ex-diretor do sindicato aeroagrícola Eduardo Cordeiro de Araújo, que anualmente realiza estudossobre a frota aeroagrícola nacional.
fonte: sindag
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