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Aéreas proíbem ‘bagagens inteligentes’ por risco de incêndio

Várias companhias aéreas dos Estados Unidos começam a proibir as chamadas Smart Luggages — bagagens inteligentes, que têm rastreio por GPS, podem recarregar dispositivos eletrônicos e podem ser trancadas remotamente via smartphone –, que portam baterias de ion-lítio não removíveis.
A mudança foi determinada depois que a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), que representa as 275 maiores empresas de aviação do mundo, apontou que essas baterias apresentam risco de gerar um incêndio espontâneo.
Depois da American Airlines, as empresas Delta Air Lines, Southwest, United Ailines e outras companhias aéreas nacionais e internacionais logo seguiram o exemplo. 
As novas regras ampliam as diretrizes da Federal Aviation Administration (FAA, a agência reguladora da aviação nos Estados Unidos) que proíbem o despacho de baterias de lítio sobressalentes. 
LATAM
O Grupo Latam Airlines informou que implementou uma nova política para o transporte das ‘bagagens inteligentes’ a partir de hoje. A empresa afirma que desde esta data é permitido o transporte de bagagens inteligentes somente se tiverem baterias de íon-lítio removíveis. Caso a bateria não seja removível, o transporte será proibido. 
A política se aplica a todos os voos operados pelo Grupo Latam Airlines e suas afiliadas. 
A bagagem inteligente com baterias íon-lítio removível poderá ser levada na cabine como bagagem de mão com a bateria instalada. Outra opção ao passageiro é o despacho das smarts bags. Para que isso seja possível, as baterias de íon-lítio devem ter sido removidas e estarem na bagagem de mão do passageiro. 
As ‘bagagens inteligentes’, de acordo com a IATA, podem ter diversas características, incluindo: baterias de íon-lítio e motores que permitam o uso como veículo de transporte individual, seja para uso em pé ou sentado; baterias de íon-lítio que funcionam como carregadores para outros dispositivos eletrônicos, tais como celulares e notebooks; dispositivos de rastreamento por GPS com ou sem capacidade GSM; bluetooth, RFID e capacidade Wi-Fi; etiqueta eletrônica de bagagem; cadeados eletrônicos; baterias de íon-lítio, motores e dispositivo de rastreamento por GPS que permitem que a bagagem se movimente e “siga” o dono.
fonte: valor econômico
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